Após um evento triste e cruel, como o que aconteceu nesta manhã no Rio de Janeiro, dentro de poucas horas a midia globalizada coloca o mundo inteiro em choque. Pessoas de todas as culturas, ainda que por pouco tempo, voltam seus pensamentos para tentar entender as razões que moveram mais um assassínio em massa. Qual seria a origem destas barbáries? Qual a sua principal causa?
Não é difícil elencar alguns dos fatores que contribuem para este tipo de evento:
- Em todos os casos o autor do crime é portador de uma ou mais doenças psiquiátricas;
- Em quase todos os casos o autor do crime sofreu bullying durante a vida escolar;
- Em grande parte dos casos os autores sofreram abuso sexual ou violência física na infância;
- Informações sofre o uso das armas utilizadas podem ser encontradas na Internet;
- Jogos e filmes violentos fazem parte do cotidiano, inclusive na infância e na adolescência.
Entretanto, apesar da grande relevância dos motivos descritos acima, tenho certeza de que o principal fator deste produto é a presença da arma de fogo. É inaceitável que, depois do estatuto do desarmamento, ainda exista acesso a elas.
Sei que é impossível erradicar as doenças psiquiátricas, o bullying, os traumas de infância, a Internet e a violência gratuita de alguns jogos e filmes. Perdoe-me se eu estiver sendo ingênuo, mas acredito que com boas iniciativas, regulação e fiscalização é possível desarmar a sociedade.
A vida pode ser uma eterna batalha, mas não estamos em guerra! Não quero me imaginar no futuro tendo que blindar meu carro e usar colete à prova de balas. A pólvora é a verdadeira origem dos massacres. Desarmamento já!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
O Sistema Caiu! E Agora?
Vivemos em um mundo cada vez mais dependente da Tecnologia da Informação. A revolução tecnológica que acompanhamos, sobretudo nos últimos 20 anos, provocou mudanças positivas e irreversíveis no conceito de trabalho, permitindo, entre outros ganhos, o aumento da produtividade com redução de custos. Hoje, como consequência, máquinas e sistemas informatizados são pré-requisitos no desenho, execução e acompanhamento dos processos produtivos e gerenciais de qualquer instituição.
Sou analista de sistemas e atuo como gerente de TI em uma empresa de saúde. Entre os principais focos de atuação de um setor de tecnologia, atualmente se destaca a busca incessante pela disponibilidade da informação. Ainda assim, por mais esforço e investimento que se coloque nesta busca, é impossível assegurar 100% de disponibilidade a um sistema.
Você pode reduzir a duração e a frequência das indisponibilidades, mas seja por 1 minuto ou por 1 semana inteira, em algum momento seu sistema vai ficar fora do ar!
Uma vez sacramentada a relação de dependência homem x máquina, o que fazemos quando o sistema cai? Quais são seus planos de contingência?
A gestão de riscos em TI nos ensina que o investimento em infra-estrutura deve ser proporcional aos danos e custos decorrentes da indisponibilidade de informações. Além de atrasar a produção, tais falhas podem impactar na qualidade do produto final e na imagem da empresa.
Quantas vezes você ficou pendurado por longos minutos ao telefone, esperando o atendimento ao cliente, e ao chegar sua vez escutou a dolorosa frase: "desculpe, meu sistema caiu, o senhor pode estar ligando novamente em uma hora"? E quantas vezes isto acontece com dúvidas simples, que poderiam ser respondidas sem consultas ao sistema?
É de extrema importância dominar a operação e trabalhar os indicadores obtidos através dos sistemas informatizados de gestão do negócio, porém ter um plano de contingência capaz de permitir uma operação manual, para situações emergenciais, é vital em determinados ramos de atividade e vantagem competitiva em todos os outros.
O sistema caiu, e agora? Seja um ótimo profissional atrás do mouse e do teclado do seu computador, mas aprenda também a trabalhar sem eles.
Sou analista de sistemas e atuo como gerente de TI em uma empresa de saúde. Entre os principais focos de atuação de um setor de tecnologia, atualmente se destaca a busca incessante pela disponibilidade da informação. Ainda assim, por mais esforço e investimento que se coloque nesta busca, é impossível assegurar 100% de disponibilidade a um sistema.
Você pode reduzir a duração e a frequência das indisponibilidades, mas seja por 1 minuto ou por 1 semana inteira, em algum momento seu sistema vai ficar fora do ar!
A gestão de riscos em TI nos ensina que o investimento em infra-estrutura deve ser proporcional aos danos e custos decorrentes da indisponibilidade de informações. Além de atrasar a produção, tais falhas podem impactar na qualidade do produto final e na imagem da empresa.
Quantas vezes você ficou pendurado por longos minutos ao telefone, esperando o atendimento ao cliente, e ao chegar sua vez escutou a dolorosa frase: "desculpe, meu sistema caiu, o senhor pode estar ligando novamente em uma hora"? E quantas vezes isto acontece com dúvidas simples, que poderiam ser respondidas sem consultas ao sistema?
É de extrema importância dominar a operação e trabalhar os indicadores obtidos através dos sistemas informatizados de gestão do negócio, porém ter um plano de contingência capaz de permitir uma operação manual, para situações emergenciais, é vital em determinados ramos de atividade e vantagem competitiva em todos os outros.
O sistema caiu, e agora? Seja um ótimo profissional atrás do mouse e do teclado do seu computador, mas aprenda também a trabalhar sem eles.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Músicas Que Falam Por Nós
Algumas canções nos passam a nítida impressão de que foram escritas para nós, ou para um momento específico que estamos vivendo. Certas vezes procuramos palavras para expressar ou entender melhor o que estamos sentindo e, exatamente nesta hora, inexplicavelmente nossos ouvidos nos surpreendem com a música perfeita.
São momentos mágicos. É incrível o conforto que nos invade ao perceber que não estamos sozinhos. Felicidade, tristeza, amor, decepção, amizade, protesto, revolta; seja qual for seu sentimento alguém já esteve lá antes e descreveu com detalhes o que você sente agora.
A música tem o poder inigualável de conversar com nossa alma, tanto para abrandar quanto para potencializar nossas emoções. Quantas vezes isto já aconteceu com você?
Pense nas músicas que te acompanharam nos momentos mais marcantes e importantes da sua jornada. Perceba o quanto elas te fizeram entender melhor os enigmas do caminho, o quanto te consolaram, o quanto te deram força e coragem para enfrentar os maiores desafios. Qual é o repertório da sua vida?
Não vou entrar em discussão sobre gêneros musicais, afinal gosto não se discute (embora as vezes se lamente). Independente do estilo, avalie a mensagem e o conteúdo. Escute músicas boas e terá bons sentimentos, escute músicas ruins e alimentará os maus sentimentos.
Ironia do destino ou mera coincidência, mantenha os ouvidos atentos e perceba que as "músicas que falam por nós" estão o tempo todo a nossa procura. Já me emocionei entrando em sintonia com músicas de muitos gêneros diferentes, inclusive com canções infantis. Já recebi mensagens maravilhosas inclusive de estilos que costumo rejeitar.
Procurando por respostas? Para terminar, não vou concluir sozinho esta mensagem, vou deixar mais uma vez que uma música fale por mim: "Eu fico com a pureza da resposta das crianças, é a vida, é bonita e é bonita. Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz. Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita. É bonita, é bonita, e é bonita" (Gonzaguinha)
São momentos mágicos. É incrível o conforto que nos invade ao perceber que não estamos sozinhos. Felicidade, tristeza, amor, decepção, amizade, protesto, revolta; seja qual for seu sentimento alguém já esteve lá antes e descreveu com detalhes o que você sente agora.
A música tem o poder inigualável de conversar com nossa alma, tanto para abrandar quanto para potencializar nossas emoções. Quantas vezes isto já aconteceu com você?
Pense nas músicas que te acompanharam nos momentos mais marcantes e importantes da sua jornada. Perceba o quanto elas te fizeram entender melhor os enigmas do caminho, o quanto te consolaram, o quanto te deram força e coragem para enfrentar os maiores desafios. Qual é o repertório da sua vida?
Não vou entrar em discussão sobre gêneros musicais, afinal gosto não se discute (embora as vezes se lamente). Independente do estilo, avalie a mensagem e o conteúdo. Escute músicas boas e terá bons sentimentos, escute músicas ruins e alimentará os maus sentimentos.
Ironia do destino ou mera coincidência, mantenha os ouvidos atentos e perceba que as "músicas que falam por nós" estão o tempo todo a nossa procura. Já me emocionei entrando em sintonia com músicas de muitos gêneros diferentes, inclusive com canções infantis. Já recebi mensagens maravilhosas inclusive de estilos que costumo rejeitar.
Procurando por respostas? Para terminar, não vou concluir sozinho esta mensagem, vou deixar mais uma vez que uma música fale por mim: "Eu fico com a pureza da resposta das crianças, é a vida, é bonita e é bonita. Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz. Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita. É bonita, é bonita, e é bonita" (Gonzaguinha)
domingo, 3 de abril de 2011
A Mentira e Sua Perna Curta
Primeiro de Abril. Na última sexta-feira celebramos, em meio aos trotes e pegadinhas típicos desta data, mais um dia internacional da mentira. Ganhamos de presente 24 horas para esquecer a verdade, sem pesos na consciência, e nos divertir inventando histórias e situações.
Mas o que você faz nos outros 364 dias do ano? Cá entre nós, uma mentirinha de vez em quando não faz mal a ninguém, não é verdade? Será?
Apesar de ser uma data mundial, o dia da mentira é conhecido por nomes diferentes em outras culturas, tais como "dia dos bobos" e "dia dos tolos". Por mais inofensivas que algumas mentiras pareçam, estes títulos traduzem com maestria o que sentimos ao perceber que fomos enganados.
Infelizmente mentir é prática comum em nosso dia-a-dia. Mentimos para enfeitar a verdade, como na invenção do Papai Noel; mentimos para "proteger" amigos de realidades difíceis, como quando escondemos doenças; mentimos para parecermos melhores, como quando escondemos os defeitos e aumentamos nossas qualidades no currículo...
Mentimos para os outros e mentimos para nós mesmos. Mas o tempo é o pai da justiça e, mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre aparece. Ao final da história o que ganhamos com isto?
Tome cuidado! Todos nós mentimos, mas nem todos somos mentirosos. Se a prática nos conduz à perfeição, da mesma forma a repetição dos erros reduz o peso na consciência ao longo do tempo e, consequentemente, o erro se torna parte do nosso caráter.
Pense bem antes de mentir. Bola de neve ou reação em cadeia, uma mentira leva a outra, e este efeito cascata ganha força suficiente para estragar qualquer tipo de imagem ou relação.
A mentira tem perna curta (e não estou me referindo aos baixinhos). Nada é mais importante e valioso do que a verdade. Crie coragem, se aceite e seja honesto. Seja você!
Mas o que você faz nos outros 364 dias do ano? Cá entre nós, uma mentirinha de vez em quando não faz mal a ninguém, não é verdade? Será?
Apesar de ser uma data mundial, o dia da mentira é conhecido por nomes diferentes em outras culturas, tais como "dia dos bobos" e "dia dos tolos". Por mais inofensivas que algumas mentiras pareçam, estes títulos traduzem com maestria o que sentimos ao perceber que fomos enganados.
Infelizmente mentir é prática comum em nosso dia-a-dia. Mentimos para enfeitar a verdade, como na invenção do Papai Noel; mentimos para "proteger" amigos de realidades difíceis, como quando escondemos doenças; mentimos para parecermos melhores, como quando escondemos os defeitos e aumentamos nossas qualidades no currículo...
Mentimos para os outros e mentimos para nós mesmos. Mas o tempo é o pai da justiça e, mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre aparece. Ao final da história o que ganhamos com isto?
Tome cuidado! Todos nós mentimos, mas nem todos somos mentirosos. Se a prática nos conduz à perfeição, da mesma forma a repetição dos erros reduz o peso na consciência ao longo do tempo e, consequentemente, o erro se torna parte do nosso caráter.
Pense bem antes de mentir. Bola de neve ou reação em cadeia, uma mentira leva a outra, e este efeito cascata ganha força suficiente para estragar qualquer tipo de imagem ou relação.
A mentira tem perna curta (e não estou me referindo aos baixinhos). Nada é mais importante e valioso do que a verdade. Crie coragem, se aceite e seja honesto. Seja você!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Os Ativos Intangíveis
Ativos tangíveis são os bens concretos de uma empresa. Podem ser definidos como tudo aquilo que pode ser visto ou tocado. Ativos intangíveis são os bens não materiais da corporação. Chamamos de intangível tudo o que não possui representação física imediata.Vamos traduzir em uma situação real: você definiu como objetivo comprar um bem material, neste exemplo um carro novo. Ao atingir o objetivo e comprá-lo, o carro se torna um ativo tangível e tudo o que você aprendeu, com o esforço e com as economias que viabilizaram a compra, passa a fazer parte dos seus ativos intangíveis.
Os principais ativos intangíveis que uma pessoa pode ter são o conhecimento prático e a marca pessoal. Você conhece seus ativos intangíveis?
O conhecimento prático, também conhecido como "saber fazer", é o nosso maior patrimônio intelectual. Aprender a conquistar é mais importante do que a própria conquista, porque ainda que te afastem temporariamente ou que te arrastem para longe, você agora já conhece o caminho.
Sua marca pessoal, ou a forma com a qual você é visto e lembrado, é chave do nosso patrimônio social. Lembro de um professor de História dizendo nos meus tempos de escola: "Nem tudo o que parece é, mas tudo o que é tem a obrigação de parecer".
Amor, amizade, vida profissional... A sociedade é um grande mercado e, independente de sua natureza, todas as relações humanas se baseiam na permuta. Oferecemos um benefício e recebemos outro em troca. Todos nós somos produtos e, dentro de um cenário cada vez mais competitivo, além de agregar valor ao produto, é fundamental investir na marca para obter sucesso. Precisamos ser lembrados!
Conheça, desenvolva e valorize seus ativos intangíveis. Não poupe esforços ao investir no seu conhecimento prático e na sua marca pessoal. Hoje é dia de começar a conquistar e espandir seu espaço no mundo. Boas energias!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Assédio Moral Ou Bullying?
Antes de abordar o tema quero deixar um protesto: precisamos "desamericanizar" nosso vocabulário. No Brasil a língua portuguesa possui oficialmente cerca de 390 mil palavras, publicadas pela Academia Brasileira de Letras no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, que somadas aos vocábulos técnicos, científicos e regionais ultrapassam a marca de 600 mil palavras. Por que importamos tantos termos americanos?
Voltando ao tema, nos últimos anos o termo assédio moral tem sido usado com frequência para definir legalmente a violência moral em ambientes de trabalho, onde relações hieráquicas impedem ou retardam a reação da vítima.
Apesar da subutilização, a definição mais abrangente de assédio moral inclui qualquer tipo de agressão ou ameaça, física ou verbal, que ocorra de forma repetitiva e prolongada, e que prejudique a integridade psíquica do indivíduo. Não são necessárias relações de hierarquia para chamar de assédio.
A palavra bully em português pode ser traduzida como brutamontes, valentão ou tirano, logo o termo bullying faz referência às agressões e ameaças constantes impostas por estes tiranos nas suas vítimas. Apesar de existir um grupo de pessoas que diz não haver uma tradução em português, na prática bullying é o termo em inglês para assédio moral.
Além de bullying existem outras terminologias internacionais para assédio moral. Seguem algumas delas: mobbing nos países nórdicos, harcèlement na França, bossing na Itália, acoso moral na Espanha e murahachibu no Japão. Essas denominações guardam concordância entre aqueles que estudam e se dedicam ao assédio moral.
Independente do idioma, o assédio moral acontece em todos os níveis da sociedade pela dificuldade do ser humano em entender e aceitar as diferenças. Somos julgados e perseguidos pelo nível de inteligência, pelo peso, pela altura, pela opção sexual, pela cor da pele... Tudo o que foge do padrão de um grupo tende a ser rejeitado.
A verdadeira beleza dos seres humanos está nas diferenças. A mistura de culturas, etnias e temperos é a grande riqueza de uma sociedade. Não acate e não aceite nenhum tipo de agressão. Revide, se imponha e se afirme. Assédio moral ou bullying, chame como quiser, mas não pratique e não permita que outros o pratiquem.
Descubra e abandone seu lado Joselito: tome cuidado com as palavras e brincadeiras, elas podem curar e ferir mais do que medicamentos, pontapés e armas de fogo. E antes de qualquer coisa descubra quem você é e tenha orgulho disto, porque não entender os outros é apenas um sintoma de quem não sabe aceitar a si mesmo.
Voltando ao tema, nos últimos anos o termo assédio moral tem sido usado com frequência para definir legalmente a violência moral em ambientes de trabalho, onde relações hieráquicas impedem ou retardam a reação da vítima.
Apesar da subutilização, a definição mais abrangente de assédio moral inclui qualquer tipo de agressão ou ameaça, física ou verbal, que ocorra de forma repetitiva e prolongada, e que prejudique a integridade psíquica do indivíduo. Não são necessárias relações de hierarquia para chamar de assédio.
A palavra bully em português pode ser traduzida como brutamontes, valentão ou tirano, logo o termo bullying faz referência às agressões e ameaças constantes impostas por estes tiranos nas suas vítimas. Apesar de existir um grupo de pessoas que diz não haver uma tradução em português, na prática bullying é o termo em inglês para assédio moral.
Além de bullying existem outras terminologias internacionais para assédio moral. Seguem algumas delas: mobbing nos países nórdicos, harcèlement na França, bossing na Itália, acoso moral na Espanha e murahachibu no Japão. Essas denominações guardam concordância entre aqueles que estudam e se dedicam ao assédio moral.
Independente do idioma, o assédio moral acontece em todos os níveis da sociedade pela dificuldade do ser humano em entender e aceitar as diferenças. Somos julgados e perseguidos pelo nível de inteligência, pelo peso, pela altura, pela opção sexual, pela cor da pele... Tudo o que foge do padrão de um grupo tende a ser rejeitado.
A verdadeira beleza dos seres humanos está nas diferenças. A mistura de culturas, etnias e temperos é a grande riqueza de uma sociedade. Não acate e não aceite nenhum tipo de agressão. Revide, se imponha e se afirme. Assédio moral ou bullying, chame como quiser, mas não pratique e não permita que outros o pratiquem.
Descubra e abandone seu lado Joselito: tome cuidado com as palavras e brincadeiras, elas podem curar e ferir mais do que medicamentos, pontapés e armas de fogo. E antes de qualquer coisa descubra quem você é e tenha orgulho disto, porque não entender os outros é apenas um sintoma de quem não sabe aceitar a si mesmo.
domingo, 20 de março de 2011
Os Enigmas Do Desconhecido
Ontem assisti mais uma vez ao filme "Monstros S.A." e me lembrei da reflexão que tive na primeira oportunidade em que o vi. No filme o medo humano era a única fonte de energia de Monstrópolis. Para obter esta energia, equipes de monstros altamente treinados invadiam todas as noites os quartos das crianças através de portas interdimensionais. Apesar de essenciais na produção de energia os humanos eram vistos como ameaça. Imaginavam que tinhamos superpoderes do mal e isolavam para desentoxicação qualquer área de seu mundo que recebesse contato humano.
Agora pare um pouco e pense e nesta história. Como você lida com o desconhecido? Como você lida com seus medos?
Não estou falando sobre novos desafios, mas sobre uma escuridão total de conhecimentos. Imaginem um corredor escuro com vozes de seres que você não consegue ver sussurrando idiomas desconhecidos. Você passaria por ele?
E se você fosse obrigado a passar por este corredor, você estaria com o espírito aberto a novas descobertas ou fechado para se proteger?
Temos a tendência de nos fechar e fugir ou de julgar mal e agredir tudo aquilo que tememos ou desconhecemos, é o instinto de sobrevivência falando por nós. Triste é perceber que alguns mantém esta posição instintiva por anos, mesmo depois de ter inúmeras oportunidades para conhecer, enfrentar e abandonar seus próprios medos.
Se, segundo os próprios homens, o que nos diferencia dos outros animais é exatamente a prevalência do racional sobre o instintivo, então é nossa obrigação criar coragem e seguir em frente.
Decifre os enigmas do desconhecido. O segredo para desbravar novos territórios não é a velocidade, e sim a continuidade. Em solos desconhecidos você pode até reduzir o ritmo dos passos, mas não pode parar de andar jamais. Existe um mundo inteiro de conquistas esperando por você. Enfrente seus medos e tome posse do seu futuro.
Agora pare um pouco e pense e nesta história. Como você lida com o desconhecido? Como você lida com seus medos?
Não estou falando sobre novos desafios, mas sobre uma escuridão total de conhecimentos. Imaginem um corredor escuro com vozes de seres que você não consegue ver sussurrando idiomas desconhecidos. Você passaria por ele?
E se você fosse obrigado a passar por este corredor, você estaria com o espírito aberto a novas descobertas ou fechado para se proteger?
Temos a tendência de nos fechar e fugir ou de julgar mal e agredir tudo aquilo que tememos ou desconhecemos, é o instinto de sobrevivência falando por nós. Triste é perceber que alguns mantém esta posição instintiva por anos, mesmo depois de ter inúmeras oportunidades para conhecer, enfrentar e abandonar seus próprios medos.
Se, segundo os próprios homens, o que nos diferencia dos outros animais é exatamente a prevalência do racional sobre o instintivo, então é nossa obrigação criar coragem e seguir em frente.
Decifre os enigmas do desconhecido. O segredo para desbravar novos territórios não é a velocidade, e sim a continuidade. Em solos desconhecidos você pode até reduzir o ritmo dos passos, mas não pode parar de andar jamais. Existe um mundo inteiro de conquistas esperando por você. Enfrente seus medos e tome posse do seu futuro.
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